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Os portes não devem ser vistos apenas como uma configuração técnica. Eles fazem parte da experiência comercial, porque um cálculo errado, uma regra incoerente ou um custo inesperado podem comprometer o fecho da compra mesmo quando o restante checkout está a funcionar bem.

Regras de envio
Tipos de porte
Cenários limite

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Listagem principal de portes

Regras de envio existentes

Listagem de portes no E-commerce do Studio CMS
A listagem reúne os diferentes portes configurados, mostrando nome, tipo, estado e ações de gestão sobre cada regra de envio.

É nesta vista que a equipa consegue perceber rapidamente que lógicas de envio existem na loja, quais estão ativas e que tipos de cálculo estão atualmente a influenciar o total da encomenda no checkout.

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Tipos de porte disponíveis

Lógicas de cálculo possíveis

Tipos de portes configuráveis no E-commerce do Studio CMS
O Studio permite escolher diferentes lógicas de cálculo, como peso, valor da encomenda, pedido manual ou distância.

Tipos principais

  • weightrange para cálculo por intervalos de peso.
  • pricerange para cálculo por valor da encomenda.
  • onrequest para cenários que exigem validação manual.
  • googledistance para cálculos dependentes da distância.

Quando usar cada tipo

  • Use cálculo por peso quando o custo logístico depende da carga física.
  • Use cálculo por preço quando trabalha com escalões de valor de encomenda.
  • Use pedido manual quando o custo não pode ser fechado automaticamente.
  • Use distância quando o transporte depende da localização real do destino.
Leitura útil: o tipo de porte não é um detalhe técnico menor. Ele define a lógica de cálculo que vai afetar diretamente o custo apresentado ao utilizador no checkout.
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Como configurar um porte

Estrutura da regra de envio

Configuração de um porte no E-commerce do Studio CMS
A configuração de um porte combina identificação, tipo de cálculo, intervalos, custo e contexto geográfico para definir a regra final aplicada à encomenda.

Ao configurar um porte, a equipa define não só o nome da regra, mas também a lógica que determina quando ela entra em ação e quanto deve ser cobrado em cada cenário.

Campos base

  • Nome e código ERP identificam a regra.
  • Tipo define a lógica de cálculo.
  • Perfis ajudam a segmentar a aplicação quando necessário.

Regras de cálculo

  • Intervalos definem mínimos, máximos e custo associado.
  • Lista de países ajuda a contextualizar o destino.
  • Taxa de IVA completa o enquadramento fiscal do envio.
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O que validar antes de fechar a regra

Riscos no cálculo e no checkout

  • Confirme que não existem intervalos com sobreposição entre mínimos e máximos.
  • Garanta que não há lacunas entre escalões que deixem cenários sem resposta.
  • Valide se países, custos e IVA estão coerentes com a regra definida.
  • Teste casos limite no checkout antes de considerar a configuração fechada.
Atenção: uma regra mal desenhada pode provocar custos inesperados, ausência de opções de envio ou comportamentos incoerentes no checkout. Os cenários limite devem sempre ser testados.
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Boas práticas de configuração

Impacto direto na conversão

  • Dê nomes claros aos portes para a equipa os identificar facilmente.
  • Escolha o tipo de cálculo mais adequado ao objetivo real da entrega.
  • Teste sempre cenários limite antes de publicar a regra.
  • Confirme se países e enquadramento fiscal estão corretos.
  • Valide o impacto do porte no total final da encomenda e na perceção do utilizador.
Boa prática: trate os portes como parte da experiência comercial, não apenas como configuração de backoffice. Um custo de envio mal definido pode comprometer diretamente a conversão.
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