Visão geral
Um domínio funciona como uma lista estruturada de valores que pode ser usada em várias zonas do website ou do backoffice. Em vez de repetir opções manualmente, a equipa passa a gerir uma origem central, mais consistente e mais simples de manter à medida que o projeto cresce.
O que compõe um domínio
Entidade, valores e relações
Domínio principal
É a entidade que define o contexto da lista: o seu nome, idiomas, estado, integrações e, quando necessário, relações hierárquicas.
Valores associados
São os itens concretos dessa lista. Cada valor representa uma opção disponível para o sistema, o website ou um processo funcional.
Estados e dependências
Os domínios e os seus valores podem ter estados, idiomas e dependências com formulários, integrações ou outros módulos do projeto.
Onde os domínios costumam ser usados
Casos práticos no Studio
- Listas de opções em formulários, como tipos de contacto, categorias ou estados de pedido.
- Conjuntos de valores ligados a integrações e webservices, quando o Studio precisa de mapear dados externos.
- Estruturas de apoio a filtros, classificação ou organização de conteúdos em várias zonas do website.
- Listas transversais que precisam de existir em mais do que uma página, bloco ou componente funcional.
- Contextos multilingue em que os mesmos valores precisam de ser mantidos com coerência entre idiomas.
Como ler a área de domínios no Studio
Leitura da listagem principal
O que se vê na tabela
Normalmente aparecem o nome do domínio, o código, os idiomas, o estado e a entrada para editar ou aprofundar a gestão da estrutura.
Porque esta vista importa
É o ponto de controlo central para perceber rapidamente o que já existe, o que está ativo e que estruturas ainda precisam de revisão.
Boas práticas para modelar domínios
Consistência antes da escala
1. Definir o objetivo da lista
Antes de criar um domínio, confirme para que serve, quem o vai usar e em que partes do projeto ele precisa de aparecer.
2. Evitar duplicações
Se duas listas representam a mesma lógica funcional, normalmente faz mais sentido consolidá-las numa estrutura única e bem nomeada.
3. Pensar em idiomas e evolução
Mesmo que hoje a lista pareça simples, convém prever já se vai precisar de nomes por idioma, integrações ou hierarquias futuras.
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